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Entrelinhas 04: Reforma da reforma!

Continuando as rápidas entrevistas com alguns pastores sobre a Reforma Protestante, hoje é o dia de lermos a opinião do pastor Ciro Sanches Zibordi.
Ciro Sanches Zibordi é pastor na Assembléia de Deus de Cordovil, no Rio de Janeiro-RJ, comentador das Lições Bíblicas para juvenis e adolescentes, professor de teologia, pregador e autor dos livros Adolescentes S.A., Perguntas Intrigantes que os Jovens Costumam Fazer, Erros que os Pregadores Devem Evitar, Evangelhos que Paulo Jamais Pregaria, Mais Erros que os Pregadores Devem Evitar e editor-assistente da obra Teologia Sistemática Pentecostal, todos lançados pela Casa Publicadora das Assembléias de Deus (CPAD).

Blog Teologia Pentecostal: O protestantismo brasileiro precisa de uma nova reforma? Em quais aspectos?

Ciro Zibordi: A Reforma Protestante ocorreu dentro da Igreja Católica Romana, fazendo com que uma Igreja mais compromissada com a Bíblia surgisse, a Igreja Protestante. Aquele grande movimento só ocorreu porque os reformadores, principalmente Lutero, descobriram que as verdades bíblicas não estavam prevalecendo, e sim a tradição papal. Algumas reformas hoje, no seio da Igreja Evangélica, são necessárias e têm a mesma motivação da grande, única e histórica Reforma Protestante: o retorno às Escrituras.
Eu tenho insistido em dizer que tudo o que tem acontecido de negativo em nosso meio se deve ao fato de a Palavra de Deus ter deixado de ser, para muitos, a regra de fé, de prática e de viver, a fonte principal de autoridade. Repito tanto isso, que até parece um chavão. Mas não é. E posso dar exemplos de como estamos nos distanciando da Palavra de Deus, pouco a pouco. Precisamos de uma reforma litúrgica, pois os nossos cultos estão longe de ser biblicocêntricos. Os cânticos que deviam ser apenas uma parte do culto tomam 90% dele ou mais. E um agravante é a péssima qualidade desses cânticos.
Deus habita entre os louvores (Sl 22.3), mas muitos estão pensando que Ele habita entre os cantores. Certos cultos são verdadeiros shows de calouros. Domingo passado eu preguei em uma igreja em que o culto começou antes das 19h, houve um festival de cantoria (solos, duplas sertanejas, conjuntos), e eu comecei a pregar às 21h, sendo avisado de que o culto terminava às 21h30! Onde está o amor à Palavra de Deus por parte das lideranças? Antigamente, a Palavra tinha a primazia. Precisamos ou não de uma reforma? O que está escrito em 1 Coríntios 14.26?
Como eu falei da qualidade dos “louvores”, é inegável que precisamos também de uma reforma nessa área. Por quê? Porque os cânticos entoados nas igrejas são, na verdade, canções gravadas com interesses comerciais das gravadoras, cantores, grupos, lojas, etc. Não há mais compromisso com as verdades bíblicas. É como ocorre no meio secular. A música erudita não atrai a atenção de muita gente, enquanto axé, funk, rap, pagode e gêneros afins são os preferidos da maioria, trazendo grande lucro ao mercado fonográfico. Não podemos seguir a essa “onda” comercial porque somos o povo de Deus. E não temos como referencial o lucro ou a quantidade de pessoas que apreciam determinados estilos, e sim o louvor a Deus, cristocêntrico.
Na área da pregação também precisamos de uma reforma… Hoje se prega os milagres, que são efeitos do evangelho, e não o evangelho propriamente dito (Mc 16.15-20). E também a maioria desses “milagres” são contestáveis, se a Bíblia de fato for considerada a nossa regra de fé, de prática e de vida. Como estão os nossos congressos? As igrejas convidam os pregadores (pregadores?) que conseguem atrair o maior número de pessoas; se bem que eu não sou contra quem é amado pela maioria. Em alguns lugares eu também sou recebido de maneira muito efusiva pelo povo. Mas o problema é o critério usado para escolher os pregadores. Muitos não convidam o pregador compromissado com a Palavra, e sim o que tem carisma, cativa o público, ainda que propague heresias e maus costumes. Precisamos ou não de reforma?
Os nossos cultos não têm sido oferecidos a Deus, em regra geral. São preparados para satisfazer os anseios das pessoas. Essas reuniões que chamam de culto a Deus são antropocêntricas, e não cristocêntricas. Precisamos de uma reforma, pois o nosso foco deve mudar e a nossa motivação de ir às igrejas, como servos de Deus, não pode ser o recebimento de bênçãos ou a participação de um momento de entretenimento. Jesus deixou de ser o centro. Hoje, as igrejas são mais importantes. Veja os slogans: “Uma igreja modelo, um modelo de igreja”, “Igreja tal, onde o milagre acontece”, etc. Carros não exibem mais em seus pára-brisas versículos bíblicos ou alusões a Jesus. O importante é mencionar o nome da denominação. Nos programas de televisão, o testemunho é mais ou menos assim: “Depois que eu cheguei à igreja tal, a minha vida mudou”.
Para resumir, precisamos não de uma, mas de várias reformas, nos mais diversos âmbitos, principalmente o litúrgico. E, para que isso aconteça, é preciso que Deus levante no meio evangélico reformadores com a ousadia de Lutero.

19 comentários em “Entrelinhas 04: Reforma da reforma!

  1. Gutierres e Ciro,Concordo com a necessidade de uma reforma já! Porém, será que desejamos de fato passar por uma reforma? Ou, será que veríamos com bons olhos um inflamado e geralmente desbocado Lutero, um moralista Calvino ou um combativo Zwinglio soltos por nossas igrejas?Sei não. Concordo que precisamos de uma reforma, mas tenho dúvidas se gostaríamos de experimentá-la de fato.Em Cristo,Clóvis

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  2. Graça e Paz!De tantos problemas existentes, e já citados pelo Pr. Ciro, acho que uma reforma como a dos tempos de Lutero seria muito difícil. Precisamos mesmo é de uma Revolução.Fraternalmente,Junior

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  3. Concordo bastante com o Ciro, a Reforma veio para tornar o meio cristão bibliocêntrico como foi no princípio.Praticamente TODAS as igrejas precisam rever seus conceitos nesse requisito.Nossos líderes e até mesmo nós precisamos fazer essas perguntas constantemente: Estamos mesmo seguindo um cristianismo bíblico? Cristo é o centro do nosso culto? Estou eu agradando a Deus?Como dizem por ai: Obra de Igreja nunca acaba. Precisamos estar nos reformando sempre e trabalhando sempre para sermos o mais próximo possível do que é a vontade de Deus.

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  4. Com toda certeza precisamos de uma nova reforma. Os problemas que afetavam a Igreja medieval, quais sejam: misticismo, indulgências, adoração de relíquias, ritualismo, analfabetismo bíblico e papismo resurgem agora com toda a força; com uma roupagem nova, porém, com o mesmo espírito.Misticismo – Assim como o povo medieval era propenso a acreditar em qualquer história fantasiosa contada pelos prelados, também os evangélicos atuais, rejeitando a racionalidade que Deus lhes deu, se deixam levar pela louca imaginação de pregadores que dizem a crentes pecadores e carentes de arrependimento que “um anjo está passeando pela igreja com bençãos numa bandeja”Indulgências: Assim como Tetzel atravessava a Alemanha prometendo tirar do purgatório e levar para o céu os parentes daqueles que contribuíssem para a Igreja, também os pastores mercenários da atualidade prometem bençãos inimagináveis àqueles que tirarem o pão de suas crianças para dar ofertas, com a seguinte diferença: esses pastores não só oferecem o céu, mas um paraíso terrestre imediato que só está reservado para o final da história universal.Adoração de relíquias: Assim como eram oferecidas nas igrejas medievais um pedaço da arca de Noé, uma pena da asa do anjo Gabriel,etc, no contexto evangélico brasileiro vendem-se: um azeite barato de mercado como o óleo de Israel, a água do rio Guandu como a água do rio Jordão, rosas abençoadoras, envelopes da prosperidade, sabonetes do descarrego, etc.Ritualismo: Assim como as liturgias medievais se transformaram em rituais áridos, formais, com desdobramentos meramentos mecânicos, assim também o que mais se vê nas igrejas evangélicas são os chamados “cultos hipócritas”, prestados por crentes irreverentes, que cantam sem emoção, vestidos com roupas decorosas, mas imundos interiormente. Cultos que tem um roteiro “engessado”, isto é, predeterminado e inflexivel, no qual não acontecem novidades espirituais.Analfabetismo bíblico: Assim como a sociedade medieval vivia uma alienação espiritual em virtude da inacessibilidade da Palavra de Deus na língua materna, alienação esta intensificada pela a realização das missas ininteligíveis, em latim, assim os evangélicos atuais sofrem com o chamado analfabetismo bíblico, com a diferença de que a alienação atualmente é fruto de uma escolha deliberada de próprio crente. Nunca se venderam tantas bíblias como agora. Entretanto, os indicadores da estatística sobre o conhecimento bíblico dos crentes permanece como uma curva tendende para baixo. A Biblia tornou-se um mero amuleto. Papismo: Assim como havia a pretensão papal ao reinado universal com a necessária submissão de reis e imperadoras à majestade de Roma, também testemunhamos em nossos dias a existência de líderes evangélicos que absolutizaram o poder eclesiástico. Suas verdades são absolutas e incontestáveis. Qualquer oposição por menor que seja é atribuída a Satanás. A perpetuação no poder para eles é uma questão de honra. Seus liderados evitam qualquer tipo de insubmissão sob pena de serem “excomungados” da panelinha eclesiática. A paz do SenhorCristiano Santanahttp://cristisantana.blogspot.com

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  5. Belo blog e ótimos comentários.O Clovis e Cristiano me impressionam e se complementam.Penso no que escreveu o Cristiano“Papismo: Assim como havia a pretensão papal ao reinado universal com a necessária submissão de reis e imperadoras à majestade de Roma, também testemunhamos em nossos dias a existência de líderes evangélicos que absolutizaram o poder eclesiástico. Suas verdades são absolutas e incontestáveis. Qualquer oposição por menor que seja é atribuída a Satanás. A perpetuação no poder para eles é uma questão de honra. Seus liderados evitam qualquer tipo de insubmissão sob pena de serem “excomungados” da panelinha eclesiática. “Imagine um desbocado Lutero, como Clovis o descreve, levantando-se no seio da nossa igreja brasileira. Logo seria ameaçado de estar sob maldição e de tocar nos ungidos do Senhor… É maior luta hoje: há pastores que se consideram infalíveis e escondem-se debaixo de uma tal de ‘autoridade pastoral’. Muitas vezes são falidos espirituais e há poucos “Luteros” que tem a garra de confrontá-los. Lutero chamou o papa de “anticristo” e há muitos pasotres e líderes anticristãos, mas o povo se submete. Que jugo!Precisamos de uma reforma!Abraço,Matias

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  6. Caro irmão Clóvis,Eu tinha utilizado o título “Reformas já!” (plural) em meu blog, fazendo um trocadilho com o histórico “Diretas já!” e também pelo fato de eu apresentar na entrevista em apreço algumas reformas, em âmbitos diferentes. Mas eu já mudei o link, a fim de evitar o perigo de algum internauta menos perspicaz pensar que eu cometi uma heresia gramatical.Quando eu me refiro a reformas, estou consciente de que elas não ocorrerão nos moldes da única e grande Reforma Protestante. Mas eu chamo de reformas as atitudes e reações contundentes, firmes, de irmãos que tenham coragem de sustentar as verdades bíblicas, a despeito de parecerem estar sozinhos, como ocorreu com o profeta Elias.Citei Lutero por sua ousadia, mas em momento algum pretendi, com isso, empregar o termo “reforma” (tanto que usei-o no plural) com o objetivo de fazer uma comparação com a histórica e única Reforma Protestante. O cenário do mundo evangélico é muito diferente do vivido no século XVI e precisamos de vários reformadores, em cada denominação.Em resumo, o que eu quis pontificar mesmo é que precisamos de pregadores, ensinadores, escritores, blogueiros, crentes em geral (reformadores, por assim dizer), que tenham coragem de, à semelhança do corajoso Lutero, confrontar o erro à luz da Palavra de Deus.Em Cristo,CSZ

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  7. Caro Gutierres,A paz do Senhor!Sinto-me honrado em poder mais uma vez contribuir com o seu blog. E quero aproveitar para fazer aqui uma importante divulgação.Amados irmãos,Em breve será publicada no Blog do Ciro uma longa e reveladora entrevista que o irmão Gutierres, 19 anos nos concedeu! Quer dizer, ainda está concedendo… Não percam!Um abraço a todos! Gutierres, estou no aguardo das suas respostas.Ciro Sanches Zibordi

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  8. Caro irmão Júnior,As revoluções são rápidas e radicais. E, como a Segunda Vinda se aproxima, seria bom mesmo que as coisas não acontecessem de forma lenta e gradual. Sabemos pelas Escrituras, que os últimos dias são tempos trabalhosos (gr. “perigosos), como se lê em 2 Timóteo 3.1-5.Mas entendi perfeitamente a sua força de expressão. E ela, para quem está atento, realmente gera despertamento.Em Cristo,Ciro Sanches Zibordi

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  9. Gutierres, saúde e paz!O pastor Ciro tocou em uma questão fundamental: o culto cristão. Sem querer entrar em questões de formas e modelos, gostaria de salientar a falta de essência, de conteúdo cristão em muitas reuniões ditas evangélicas por aí. Vou chover no molhado, pois muita gente tem escrito sobre isso com extrema competência, mas vale o registro: a adoração se tornou entretenimento. Virou show, espetáculo. Sem contar alguns modismos judaizantes que para nós cristãos não possuem nenhum significado. Por exemplo: participei de algumas festas de tabernáculos, onde por duas horas ou mais, presenciei de tudo: entrada da arca, palmeiras (ornamentos, não o time), shofar, etc. até aí, vá lá. Mas o inacreditável, o nome de Jesus (ou mesmo alguma menção a sua obra)não foi citado de forma alguma. Numa reunião “cristã”, Cristo foi excluído. O princípio reformado ensinava com muita coerência que o cristão poderia celebrar qualquer festa bíblica, desde que Cristo fosse claramente revelado nela. Assim teríamos a Páscoa cristã, O pentecoste cristão, etc. Quanto à música então, nem se fale. Teria um livro a escrever. Mas somente uma observação: a nossa hinologia demonstra a nossa teologia. Como músico, não entro na questão dos ritmos, pois acredito que se trata mais de preferências pessoais do que qualquer outra coisa. O que existe é música de qualidade e música sem qualidade nenhuma. O grande problema, além daqueles citados pelo Pastor Ciro quanto a comercialização da música cristã, está, ao meu ver, na falta de conteúdo e na mesmice tanto melódica quanto poética. Sem medo de ser quadrado: saudades de Vencedores por Cristo, Logos, Elo, Sementes e por ai vai. Um dos grandes compositores evangélicos brasileiros se chamava Sérgio Pimenta, de saudosa memória. Música de qualidade e letras desafiadoras. Eis um exemplo:“As palavras não dizem tudo Mesmo que o tudo seja fácil de dizer, Com certeza, fala bem melhor o mudo, Se sua atitude manifesta o que crê. Compromisso sumiço, omisso Ou faz o que fala ou se cala de uma vez, Que não venha sobre ti justo juízo, Pois terrível coisa é cair nas mãos do Rei.”Bons tempos.

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  10. De fato, irmãos, o problema do evangélico atual é que ele não está disposto a aceitar a Cristo como o Seu Senhor, sem reservas.A Palavra de Deus nos dá conselhos de saúde que são para o nosso bem, como não comer certos tipos de carne que nos fazem mal, provérbios que nos orientam a ter uma vida melhor e nos mostra o caminho para a salvação: a pregação do evangelho eterno “Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez os céus, a terra e as fontes das águas.” Cultos onde não se usa a Palavra de Deus, ou cria-se uma doutrina baseada em apenas um trecho da Bíblia não tem valor. Há pessoas no meio pentecostal pregando sobre discos voadores! A Bíblia prega que “Todo o olho verá a Volta de Jesus”, mas esta e outras verdades estão sendo deixadas de lado.

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  11. Senhores, paz!!O brado luterano de SOLA SCRIPTURA foi, é, e sempre será um brado advindo de Deus…Todavia,O livre uso, bem como a livre interpretação das Escritura, já nos inícios da Reforma, reduziram SOLA SCRIPTURA à CONVENIÊNCIA dos TEÓLOGOS, do DENOMINACIONALISMO e, com o passar do tempo à TRADIÇÃO-TEOLÓGICA das DENOMINAÇÕES…Hoje, mas do que nunca, é assim que as coisas são…Aí vem o colega Zibordi evocar a Reforma como sinônimo de BIBLIOCENTRISMO? Os reformadores bradaram, mas não foram coerentes com o brado deles…

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  12. Olá amigo Gutierres,acredito que precisamos de algumas reformas!Porém, é bom lebrar que tal “reforma” de liturgia pode representar muito mais conceitos própios de certas denominações, do que de fato uma reforma biblica.Eu acredito que a igreja de hoje têm muitos pontos negativos mas há também muitos positivos por exemplo: a igreja refomada cometeu erros absurdos como o caso de Calvino que fez coisas indignas de um autêntico pastor e, que foi e ainda é, aprovada por seus seguidores, herdeiros direto do reformador.Gostária de Dizer que com todas as suas mazelas a igreja é vencedora e precisamos avançar e não apenas cantar músicas tradiconais pois, a música tradiconal não é sinônimo de santidade!Podemos e devemos usar as músicas atuais.Muitos não concordam em usar o rock,forró,samba entre outros estilos músicais por achar que são mundanos e seria um sacrilégio utiliza-los,porém posso afirmar sem medo de errar essa idéia é mais de certas denominações do que biblica. Abração e fica na paz

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  13. Caro Zwinglio,É boa a sua ponderação, mas a minha resposta está condicionada à pergunta que recebi. E penso sim que é uma grande bênção para o crente e para a igreja ter a Bíblia como regra de fé, de prática e de vida. Defendo, sim, o BIBLICOcentrismo.Em Cristo,CSZ

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  14. Sem dúvida, com esses pensamentos, meu caro Professor Gutierres Siqueira, o admirado Pr. Ciro Zibordi e o Mestre Paulo Romeiro continuarão sendo os heróis da minha adolescência e primeira fase adulta!rsrsr…Nova Reforma Já (com pontos negativos e tudo!!).Parabéns Gutierres. Mais um post (entrevista) absurdamente gelado.(Desculpe o trocadilho).

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  15. Caríssimos Gutierres e Ciro Zibordi,
    Esperemos que Deus acenda em alguns corações sinceros a chama que produzirá um reavivamento na igreja brasileira. Não é impossível que grande parte dos púlpitos nacionais acordem para um retorno ao Cristo Eterno, Senhor nosso, a quem cabe toda e toda honra, e glória, e louvor, e respeito, e reverência. Que a divulgação da Palavra do Senhor seja o alvo de todo pregador. Que os “esticadinhos”, metidos em roupas de astros mundanos, sapatos bicolores e pulseiras de ouro parem de achacar a ignorância bíblica da maior parte dos que hoje se dizem “evangélicos”. À luta, irmãos!

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