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Entrelinhas 05: Mark Driscoll

Você já ouviu falar do pastor Mark Driscoll? Talvez não! Mas esse jovem pastor tem desenvolvido um bonito ministério onde os princípios bíblicos e os valores da Reforma Protestante são valorizados. Driscoll já pertenceu a “Igreja Emergente” e hoje desperta a mesma simpatia dos jovens sem jogar no lixo a “ortodoxia” em nome de uma “interpretação superior do Evangelho”.
Driscoll não tem o estereotípico de pastor, mas suas palavras são pastorais. Driscoll é um exemplo de como a teologia protestante conservadora pode se compreensível nessa sociedade pós-moderna, sem os exageros dos fundamentalistas e sem mesclar com as falácias dos liberais.
Vale a pena conhecer…

Mark Driscoll falando sobre a cultura pós-moderna e função missional da igreja.

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Um dos sermões de Mark Driscoll

Fonte: Blog do Vinícius Pimentel

PS: Recomendo a obra A Supremacia de Cristo em um Mundo Pós-Moderno (CPAD), editado por John Piper & Justin Taylor. Nesse livro há um capítulo interessante sobre evangelização escrito por Mark Driscoll.

14 comentários em “Entrelinhas 05: Mark Driscoll

  1. Gosto do Driscoll. Conheci o seu site e baixei alguns sermões. Alguns me supreenderam, outros era a típica ladainha com termos reformados (graça comum, graça irresistível, eleição la la la la) Mas quem pensa que é um aliado do pentecostalismo, se engana (apesar de não ser cessacionista). E apesar de pregar de camiseta e jeans é bastante fechado em seu sistema de teologia.Teologicamente ele é calvinista popular à la Piper.Choca a sua audiência mais conservadora quando fala abertamente sobre praticas sexuais para casados. Pesquise na you-tube que achará algumas palestras ou sessões de Q&A com Mark Driscoll.Abraço,Matias

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  2. “Jesus é meu HERÓI, é meu REDENTOR.” Por isso não preciso ser histórico, pentecostal ou neopentecostal… conjunto de rótulos que leva ao idiotismo muitas vezes…A propósito, nada vi de excepcional no caro colega Driscoll… Viva a BÍBLIA!!!

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  3. Paz,Eu pessoalmente gosto bastante do Dricoll, acho ele bem explicativo quando prega sobre um assunto. Dentre os pregadores vivos acho que ele émeu terceiro ou quarto favorito (rsrs). Acho que nem preciso falar quais são os dois primeiros (rsrs)Ótima postagem irmão e obrigado pelo link.Voltemos ao Evangelho,Vinips: se você puder e quiser eu realmente prefiro que seja colocado o nome do blog: Voltemos ao Evangelho ^^

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  4. -v-QUAIS SÃO OS DOIS / TRES FAVORITOS ANTES DO DRISCOLL? É QUE SOU CURIOSO.Aliás hoje de manhã ouvi no meu mp3 o último sermão da série de estudos bíblicos para vc tornar-se membro da Mars Hills Church (igreja do Driscoll). Era sobre “o que virá”, um apanhado geral do Apocalipse, enfatizando a divindade de Cristo e o trono de Deus. Foi muito edificante.Devo confessar: que maravilha que estes pregadores reformados famosos disponibilizam seus sermões (e no caso do Piper até livros) GRATUITAMENTE na internet. ABRAÇO,Matias

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  5. Caro Gutierres,Parabéns pela postagem. Suspeito que, a partir daquilo que você expõe no Teologia Pentecostal e dos seus comentários em outros sítios da blogosfera evangélica, conheço um pouco a respeito das suas opiniões, que estão, quase sempre, alinhadas ao pensamento teológico conservador do pentecostalismo clássico. Portanto, quero celebrá-lo por dois motivos. Primeiro, por sua paixão “desavergonhada” pelo pentecostalismo que, até mesmo por conta dos próprios pentecostais, sempre foi tratado como vertente de terceira do “protestantismo”, sem “teologia madura”. As palavras do bispo anglicano Robinson Cavalcanti – a quem muito admiro – corrobora esse meu sentimento. Em entrevista dada a você na postagem anterior o bispo afirma que “Um ‘Bloco Histórico’ de diálogo e cooperação entre as igrejas históricas e as igrejas pentecostais clássicas fortaleceriam a presença evangélica no Brasil, nos diferenciariam das propostas falsas e promoveriam um enriquecimento mútuo”. Até ai tudo bem, mas na hora de cada um contribuir com a sua parte parece-me que a coisa funcionaria como uma espécie de “Benchmarking”, em que cada uma ofereceria aquilo que somente ele sabe fazer bem feito. Continua Cavalcanti: “Nós temos uma longa história e uma teologia madura; vocês têm uma mobilização e um entusiasmo pela missão”.Nesse cenário, caro Gutierres, reitero-lhe a minha congratulação. Você batalha e insiste em mostrar que pentecostal tem sim teologia madura, embora diferente.Segundo, apesar do aberto apreço por aquilo que denominamos “ortodoxia”, vejo que você está em consonância com a recomendação do apostolo Paulo; “Julgai todas as coisas e retende o que é bom” . Essa postagem sobre o “calvinista carismático” Mark Driscoll e outras revisões literárias feitas nas suas postagens deixam claro que você não joga, necessariamente, a água suja da bacia juntamente com a criança; não rotula tudo o que não é “ortodoxo”, como é o caso do conceito de igreja emergente do Driscoll, na rubrica de sedução das novas teologias. Não estou alinhado com tudo o que você posta, nem alimento a esperança de nunca me decepcionar com você, mas, confesso, te admiro muito. Um abraço,Paulo Silvano

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  6. Matias,Dos pregadores vivos:Paul Washer (é só visitar meu blog e perceber que gosto dele rsrs)John PiperDevo confessar: que maravilha que estes pregadores reformados famosos disponibilizam seus sermões (e no caso do Piper até livros) GRATUITAMENTE na internet.[2]rsrsÉ o mesmo Matias do Confraria-Pentecostal?

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  7. Caro Gutierres, a Paz do Senhor!Duas coisas.Primeiro, perdoe-me a demora em respondê-lo. Já passou mais de um mês desde que você solicitou gentilmente minha colaboração, mas só foi possível dedicar-me à produção do texto hoje. Trabalho, viagens, faculdade, demandas do meu próprio blog e imprevistos fizeram-me adiar a tarefa mais de uma vez. Porém, uma boa notícia: Estarei enviando o texto à sua caixa de email ainda hoje!Em segundo lugar, ao entrar hoje no seu blog para postar a minha justificativa e esta boa notícia (já que creio que a maneira mais rápida de contactá-lo seria postando um comentário aqui), percebi com prazer que os debates no “Teologia Pentecostal” estão, como de praxe, de vento em popa! Muito bom mesmo! Entretanto, para minha surpresa, ao ler as interessantes intervenções de seus leitores, deparei-me com um comentário do pastor Paulo Silvano com o objetivo de atacar-me, o que provoca este texto mais longo. Infelizmente, ele ainda encontra-se ressentido pelos debates calorosos que tivemos há muito tempo no “Verba Volant Scripta Manent” e ainda mantém o seu hábito nada ético de postar, no blog de terceiros, ataques contra aqueles de quem desgosta. Infelizmente, ao que tudo indica, ainda não superou aqueles momentos, ainda não virou essa página. Que pena… A última vez que nos falamos na blogosfera foi de forma tão cordial! Não esperava esse tipo de coisa da parte dele mais uma vez.Aproveitando que o assunto é o pastor Mark Driscoll, ex-adepto do Movimento Igreja Emergente nos EUA, e para desfazer os mal-entendidos sobre o assunto gravados aqui, quero informar algo que, com certeza, o pastor Silvano não deve saber – se não, não teria dito o que disse. Pelo que infere-se de seu comentário, ele acha que não sou do tipo de pessoa que publicaria ou chancelaria um texto de Driscoll, porque, na imaginação dele, de repente, devo achar esse pregador americano um “tremendo liberal”. Caro pastor Silvano, sou, pela graça do Senhor, editor da revista “Obreiro”, a mais antiga revista de reflexão-teológica da Assembléia de Deus, com 31 anos de existência, e, recentemente, mais precisamente há umas duas edições (cerca de seis meses atrás, posto que a revista é trimestral), publiquei um texto longo do pastor Mark Driscoll na referida revista, texto este em que, inclusive, ele combate exatamente todos aqueles pressupostos do Movimento Igreja Emergente que combato em meu livro “A Sedução das Novas Teologias” (CPAD), ao qual o senhor referiu-se ironicamente aqui.Mais informações ao irmão Silvano: quando Mark Driscoll se auto-denomina hoje humoradamente como um “calvinista emergente”, ele não está dizendo com isso que é um adepto de outra corrente ou “conceito” do Movimento Igreja Emergente. Não! Ele permanece rompido totalmente com o movimento e a teologia de seus antigos colegas. O que Driscoll quer dizer (e eu não estou aqui interpretando o que ele disse, mas exata e tão somente reproduzindo “ipsis literis” a definição que ele faz de si mesmo) é que sua teologia hoje é totalmente o avesso da teologia pregada pelo Movimento Igreja Emergente, pelos seus amigos Brian McLaren, Rob Bell etc, porém a única coisa que ele permanece fazendo (e que é algo que se vê também na Igreja Emergente, mas não só nela) é pregar e se apresentar de uma forma informal, usando uma linguagem mais jovial para transmitir os princípios do Evangelho a seus ouvintes. Por isso que Driscoll costuma se definir da seguinte forma: “Sou teologicamente conservador, mas liberal culturalmente”.Explicando aos que de repente desconhecem a história e a linha teológica de Driscoll e, portanto, eventualmente não entenderam o uso que ele faz do termo “culturalmente” nessa sua fala: ele se refere a costumes e liturgia, não a posicionamentos sociais. Driscoll, por exemplo, prega e escreve contra o homossexualismo, o aborto e outros tipos de liberalismo social que grassam o Ocidente hoje em dia – o único ponto em que ele é um pouco liberal socialmente é em relação à bebida (como alguns protestantes, ele condena apenas o embriagar-se). O que Driscoll quer dizer, em síntese, é que seu conteúdo teológico, diferentemente do esposado pelo Movimento Igreja Emergente, é conservador, mas seu estilo de apresentação, sermão e liturgia continua sendo informal. O estilo continua diferente, mas não o conteúdo, enquanto o grande problema do Movimento Igreja Emergente está justamente no conteúdo.Para quem quer saber mais sobre o posicionamento teológico de Driscoll, indico o texto dele que publicamos em “Obreiro”, além do livro já indicado pelo Gutierres (do qual Driscoll é co-autor). Quanto a um texto mais acessível, imediato, posso indicar, por exemplo, o que se encontra no seguinte endereço eletrônico: http://postbiblical.info/index.php?option=com_content&task=view&id=75&Itemid=38E pastor Silvano, vamos virar essa página! Todos sabemos que eu e o irmão discordamos em muitos pontos, e com isso não estou querendo entrar mais uma vez no mérito dos posicionamentos do irmão, posto que já discutimos isso exaustivamente em debates no meu blog. Todos sabem o que o irmão pensa e o que penso sobre determinados temas. Quem quiser saber o que eu penso, por exemplo, é só ler meus livros e artigos ou ouvir as mensagens que prego. Porém, o que é deselegante é essa coisa de usar blogs de terceiros para destilar ressentimentos contra mim. Ainda mais depois de termos nos falado na blogosfera tão cordialmente na última vez! Sei que o irmão é gente boa e que isso só foi um momento. Acontece. Portanto, como se diz, agora é “ponto final e novo parágrafo”.Pastor Silvano, receba meu abraço!Gutierres, um amplexo também! E pode aguardar o texto, pois, desta vez, ele chega!

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  8. Prezado Gutierres,obrigado pelas informações referentes a Mark Driscoll em português, algo que carece em nosso meio.Acho que ele está indo muito bem com sua visão “Reformissional” casando os aspectos positivos do movimento emergente porém com uma teologia ortodoxa e saudavel a partir da fé reformada – o que ele defende com mta clareza. Interessante que a mars hill church tem alcançado mta gente de ambientes bem difíceis.Deus abençoe eles lá e seu blog aqui.Abs,Juan

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  9. Amigos,Agradeço a participação de cada um.Matias, Zwinglio, Lekio, Vinícius, Paulo Silvano, Silas Daniel, Victor Leonardo, Juan de Paula, Rilson…PS: Aviso que a partir dessa semana volto a minha rotina normal de participar dos comentários nesse blog. Graças a Deus que as provas já passaram, rsrsrs.

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