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Recomendações de Filmes

Por Gutierres Fernandes Siqueira

Hoje quero recomendar dois filmes. É um evangélico. O outro é um blockbuster hollywoodiano.

Billy: The Early Years (EUA, 2008, 98 min)

O primeiro é sobre a vida de Billy Graham, o maior evangelista do século 20. O filme retrata a vida do jovem Graham entre os anos de 1930 e 1950. A história de William Franklin Graham é contada pelo seu amigo cético Charles Templeton. O evangelista começa como um jovem cético em uma família com fé fervorosa. Após a conversão Graham dedica-se ao seminário teológico e também estuda antropologia. Como um fraco vendedor, pensa que jamais será um pregador.

Na faculdade ele conhece a sua futura esposa Ruth (1920-2007). Após o casamento torna-se o reitor mais jovem de uma universidade americana. Nos anos da Grande Guerra o seu melhor amigo abandona a fé cristã. Deus passa a ser um absurdo diante da dor e sofrimento para Charles Templeton. É interessante como Templeton foi honesto com sua congregação sobre a sua renúncia à fé cristã. Como Billy Graham falou, Charles foi integro na sua transparência. Infelizmente, os “ateus cristãos” de hoje não saem do armário porque estão confortáveis em seus “empregos religiosos”.

O filme acaba com Billy Graham pregando em uma cruzada em Los Angeles no ano de 1949. É uma bela maneira de aprender mais sobre a vida desse grande evangelista e, também, ver como Deus trabalha na vida de um homem em questões triviais, mas que toda diferença faz no decorrer dos anos. É a providência divina.

O longa pode ser visto legendado no YouTube.

The Dark Knight Rises (EUA, 2012, 165 min)

O último filme da trilogia Batman: O Cavaleiro da Trevas Ressurge mostra como é possível discutir ciência política com o entretenimento de um blockbuster. Não é necessário fazer um chato filme europeu para promover tal debate.

O Homem Morcego luta contra um revolucionário típico, ou seja, um sujeito ressentido, violento, totalitário, messiânico, populista e que é movido por uma ideologia que precisa de imposição, pois essa jamais nasce em um ambiente de liberdade.

A história lembra uma observação de C. S. Lewis:

De todas as tiranias, aquelas exercidas sinceramente para ‘o bem’ de suas vítimas podem ser as mais opressivas. Seria melhor viver sob barões ladrões do que sob ‘onipotentes’ metidos à moralidade. A crueldade do barão pode, por vezes, adormecer, e a sua cobiça pode em algum momento ser saciada; mas aqueles que atormentam-nos para ‘o nosso próprio bem’ vão nos atormentar sem fim, pois fazem isso com a aprovação da própria consciência.

É um ótimo filme e ainda está em cartaz. 

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