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Um pastor que não ensina a Bíblia é não é digno dessa função!

Por Gutierres Fernandes Siqueira

O silêncio realmente é o amigo e o ajudador do pensamento e da invenção; mas se alguém almejar a facilidade da fala e a beleza do discurso, não as atingirá por outra disciplina senão o estudo das palavras e sua prática constante. [Gregório Taumaturgo 1]

Em o Novo Testamento os termos “presbíteros”, “anciões”, “bispos” e “pastores” eram intercambiáveis (e.g. At 20. 17,18; Tt 1. 5-7). O texto de I Timóteo 3. 1- 7 mostra objetivamente as qualidades morais necessárias ao ministro do Evangelho. Veja que a lista paulina não indica as funções práticas dos presbíteros e nem o que eles deveriam fazer em termos de administração e finanças, por exemplo. O texto fala apenas das qualidades de caráter.  Todavia há uma exceção e essa diz respeito ao ensino.

Ser “apto para ensinar” (v. 2) é o diferencial “técnico” do episcopado. Ainda que o ensino na Escritura seja um dom do Espírito (cf. Rm 12.7), é imprescindível o esforço do ministro: “haja dedicação ao ensino” (ARC), diz o apóstolo. Portanto, é inadmissível que alguém seja ordenado ao ministério pastoral sem a plena capacidade professoral nas Escrituras. O cristão pode ser moderado, bom pai de família e uma pessoa irrepreensível, mas se não tiver capacidade para ensinar não será um pastor digno da função. E, é bom lembrar, o pastorado também é um dom comungado com o ensino (cf. Ef 4.11). 

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