Entrevistas · Hermenêutica · José Gonçalves · Movimento Pentecostal

Entrevista com o pastor José Gonçalves- situando a hermenêutica pentecostal

Pastor José Gonçalves
Por Gutierres Fernandes Siqueira
Hoje entrevistamos o pastor José Gonçalves, líder da Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Água Branca, Piauí, graduado em Teologia pelo Seminário Batista de Teresina e em Filosofia pela Universidade Federal do Piauí. Ensinou grego, hebraico e teologia sistemática na Faculdade Evangélica do Piauí. É comentarista de Lições Bíblicas da Escola Dominical da CPAD e autor dos livros: Porção Dobrada (CPAD); Por que Caem os Valentes (CPAD); As Ovelhas Também Gemem (CPAD); Defendendo o Verdadeiro Evangelho (CPAD); A Prosperidade à Luz da Bíblia(CPAD); Rastros de Fogo – o que diferencia o pentecostes bíblico do neopentecostalismo (CPAD); Sábios Conselhos para um Viver Vitorioso(CPAD); Lucas – o evangelho de Jesus, o Homem Perfeito (CPAD) e coautor do livro: Davi – as vitórias e derrotas de um homem de Deus (CPAD, ganhador do prêmio ABEC). É presidente do Conselho de Doutrina da Convenção Estadual das Assembleias de Deus no Piauí e membro da Comissão de Apologética da CGADB (Convenção Geral). Foi condecorado com o prêmio “Mérito Renascença” pelo Governo do Estado do Piauí como reconhecimento do seu trabalho literário junto à comunidade evangélica. E-mail: goncalvescostagomes@gmail.com
TP. Na década de 1980 o teólogo canadense Roger J. Stronstad escreveu a importante obra The Charismatic Theology of St. Luke(A Teologia Carismática de São Lucas) e, recentemente, o senhor trouxe às escolas dominicais das Assembleias de Deus o tema sobre o Evangelho de Lucas. A obra de Stronstad é considerada um divisor de águas na teologia pentecostal.  Por que a teologia lucana é tão importante para o pentecostalismo clássico?
JG. Walter Hollenweger, escritor e teólogo suíço, observou que o pentecostalismo clássico em seus primeiros estágios, dependia quase que exclusivamente de Lucas-Atos para fundamentar seus pressupostos teológicos.
Devemos destacar que Lucas foi um teólogo que escreveu a história e, por isso, seu material tem fins didáticos e não apenas narrativos ou descritivos. Essa é sem dúvida alguma uma das maiores contribuições modernas da hermenêutica para uma correta compreensão das obras de Lucas. Essa nova metodologia, que vê Lucas como um teólogo e não apenas como um narrador de fatos históricos, começou a ganhar notoriedade com o livro: Luke – Historian & Theologian (Lucas – historiador e teólogo) escrito em 1970 pelo conceituado teólogo escocês Ian Howard Marshal.  Marshal destacou nessa obra que: “A investigação moderna há enfatizado o fato de que [Lucas] foi teólogo. Seu conceito da teologia o levou a escrever a história (…) Lucas tinha o direito de ter seus próprios pontos de vista, e não se deve pensar mal dele quando de alguma forma difira de Paulo nesse ponto. Ao contrário, ele é um teólogo por direito próprio e deve ser tratado como tal”.
Essa nova abordagem da teologia lucana se firmou no meio acadêmico e também pentecostal graças à obra The Charismatic Tehology of St. Luke (A Teologia Carismática de Lucas) escrita em 1984 pelo teólogo canadense  Roger Stronstad. Tomando por base o evangelho de Lucas, Stronstad libertou a teologia pentecostal das armadilhas exegéticas nas quais ela havia sido enlaçada por intérpretes que insistiam em “paulinizar” o pensamento lucano. A teologia cessacionista, numa tentativa de fazer frente ao pentecostalismo, insistia no fato de que Lucas-Atos continham apenas material narrativo ou descritivo e não didático, como de fato são. Dessa forma os fenômenos carismáticos narrados nas obras de Lucas possuíam pouca ou nenhuma relevância para a igreja contemporânea.
O grande mérito de Stronstad foi, portanto, demonstrar que o pentecostalismo clássico não havia cometido nenhum desvio hermenêutico quando tomou para si como paradigma normativo os pressupostos da teologia lucana.
Quando escrevi a obra Lucas – o evangelho de Jesus, o Homem Perfeito (CPAD, 2015), que serviu como livro de apoio às Lições Bíblicas da Escola Dominical da CPAD, procurei por em destaque esse aspecto carismático da teologia lucana. Não há dúvida alguma que Lucas é o mais carismático dos evangelhos.
TP. O pentecostalismo é muitas vezes acusado de pobreza exegética e destempero hermenêutico. O senhor já foi professor de grego bíblico e, como teólogo profissional, já lidou com inúmeros trabalhos exegéticos. Em sua opinião, o pentecostalismo é realmente pobre exegeticamente e sem fundamentação hermenêutica?

JG. A resposta a essa pergunta não pode ser dada fora do contexto do desenvolvimento histórico da hermenêutica pentecostal. Em 2009 o escritor Kenneth J. Archer (PhD) produziu um dos melhores textos sobre o desenvolvimento da hermenêutica pentecostal. A obra de Archer foi publicada com o título A Pentecostal Hermeneutic – Spirit, Scripture and Community (Hermenêutica Pentecostal – Espírito, Escritura e Comunidade) e, revela como se deu a consolidação dessa hermenêutica dentro do universo pentecostal. É interessante a metodologia usada por Archer quando divide o desenvolvimento da hermenêutica pentecostal em três estágios. Posteriormente esses estágios foram resumidos por ele no verbete “Hermeneutics” (Hermenêutica) da obra Handbook of Pentecostal Christianity (Manual do Cristianismo Pentecostal). De acordo com Archer, esses períodos:

Período pré-crítico (1900 a 1940);
Período moderno (1940 a 1980);
Período contemporâneo (1980 até o presente).

Archer observa que no primeiro estágio a interpretação pentecostal consistia no método de leitura da Bíblia, o mesmo procedimento interpretativo como foi usado pelas tradições do Movimento de Santidade. Ele destaca que esse período foi marcado por uma abordagem interpretativa pré-crítica, de senso comum, que assumindo que a Bíblia precisava ser lida de uma maneira simples e que poderia ser entendida pela pessoa comum.
Por outro lado, o período moderno marca a entrada da hermenêutica pentecostal no universo acadêmico. Aqui os intérpretes pentecostais são instruídos, modernos e primam pela prática interpretativa. Nesse estágio os pentecostais valem-se do método histórico-crítico de interpretação. O foco aqui é o texto. Somente o que poderia ser cientificamente e historicamente verificável poderia ser aceito como verdade. É também nesse estágio que os intérpretes pentecostais recorrem ao método histórico-gramatical para fundamentarem suas crenças.
Finalmente, destaca Archer, no período contemporâneo os pentecostais descobrem que a metodologia é importante, mas que a experiência pentecostal é muito ampla para caber dentro de um único método. Isso conduz os intérpretes a examinar o papel da experiência – e como estas podem apontar para metodologias que sejam mais convenientes para as necessidades da experiência da comunidade.
Dentro desse contexto do desenvolvimento da hermenêutica pentecostal clássica, é possível fazermos algumas observações. Primeiramente, fica claro que nos seus primeiros passos, o pentecostalismo, até mesmo pelo contexto no qual nasceu, era carente de uma maior estrutura hermenêutica e a aplicação dos seus princípios – a exegese. Mas eu não diria que ele seria “pobre exegeticamente” nem tampouco “sem fundamentação hermenêutica”. Isso se torna perceptível quando nos damos conta que a “teologia pentecostal” se formou a partir da teologia histórica. Podemos citar, por exemplo, o livro Batismo no Espírito Santo (1895), escrito pelo renomado teólogo (histórico) R. A Torrey que teve enorme influência sobre a crença pentecostal do batismo no Espírito Santo como uma experiência subsequente à Salvação.
Por outro lado, durante o estágio moderno – com o desenvolvimento de uma maior estruturação hermenêutica, onde o método histórico-gramatical se sobrepôs, o pentecostalismo clássico viu nascer em suas fileiras o academicismo. A consequência natural desse fato foi a geração de uma erudição pentecostal, uma grande produção literária e a visibilidade por parte das igrejas históricas. Todavia não podemos negar que isso também teve efeitos colaterais. É aqui que, paradoxalmente, os pentecostais experimentam algumas baixas em suas fileiras quando alguns de seus intérpretes passam a questionar os seus próprios pressupostos doutrinários. O fato positivo desse processo é que esse “fogo amigo” fez com que a teologia pentecostal buscasse a superação das suas supostas aporias teológicas e se firmasse cada vez mais. E isso foi feito de forma convincente.
Por último, o estágio contemporâneo viu não somente a aceitação do pentecostalismo dentro do cristianismo histórico, como também a consolidação de uma hermenêutica genuinamente pentecostal. Os trabalhos do canadense Roger Stronstad e do peruano Bernardo Campos são exemplos claros desse fato.

TP. Como pastor de uma igreja local, além de teólogo, como o senhor tem lidado com os inúmeros modismos que tentam assaltar as congregações pentecostais?

JG. Avivamentos, modismos e inovações sempre fizeram parte da história da igreja. A igreja sempre teve que, em diferentes momentos da história, lidar com os entusiasmos religiosos. Foi assim nos primeiros anos da igreja com o movimento montanista; com a Reforma Radical; com o movimento wesleyano; com Jonhatan Edwards; com o movimento de Edwar Irwing; com o movimento Holiness, com o Movimento Pentecostal e atualmente com o neopentecostalismo.

O que observamos é que as emoções sempre fizeram parte dos movimentos de renovação da igreja. A resposta, portanto, não é negá-los ou superestimá-los, mas trata-los à luz das Escrituras Sagradas. Como pastor de tempo integral, pastoreando há uma década e meia com uma igreja pentecostal, aprendi a separar o joio do trigo. Sempre estimulei o exercício dos dons espirituais, havendo situações de gastar quinze semanas ensinando sobre o Espírito Santo e seus dons. Todavia quando observo algum excesso ou modismo procuro orientar de forma bíblica o entusiasta. O que não se pode fazer é acabar com as manifestações verdadeiras por temermos as falsas.

TP. A Convenção Geral das Assembleias de Deus (CGADB) está preparando uma Declaração de Fé. Hoje a Assembleia de Deus possui um documento doutrinário oficial chamado Cremos e esse novo documento procura detalhar melhor a consistência doutrinária da denominação. Qual é a importância de uma nova Declaração de Fé?

JG.  Uma Declaração de Fé, além do fato de nos ajudar a entender as raízes históricas de nossa fé também coloca de forma sistematizada os fundamentos da mesma. Como observa o teólogo reformado Heber Carlos Campos: “Se a nossa fé não possui raízes históricas, ela perde o seu fundamento”. Por outro lado, frente à explosão de vários movimentos heterodoxos dentro do universo pentecostal, uma Declaração de Fé servirá para separar o joio do trigo. Em outras palavras, a Declaração de Fé mostrará de forma bem documentada no que creem os pentecostais.

Com o objetivo de produzir esse documento foi formada uma comissão de pastores, da qual sou membro, presidida pelo douto pastor Esequias Soares. Há muito a liderança assembleiana brasileira ansiava pela produção de um projeto doutrinário dessa envergadura. Foi com esse propósito que a presidência da CGADB solicitou fosse formada essa comissão.

O nosso atual “Cremos”, que consiste de quatorze pontos, na verdade é uma adaptação das “Verdades Fundamentais” produzida em 1916 pelas Assembleias de Deus norte-americana. Essa adaptação foi realizada em 1968 pelo pastor Alcebíades P. Vasconcelos, que com essa iniciativa procurava dar uma maior firmeza doutrinária às Assembleias de Deus de então. Os tempos mudaram e a realidade cultural hoje é outra. Houve, portanto, a necessidade da produção de um código doutrinário pentecostal mais abrangente, semelhante aqueles produzidos pelas igrejas históricas.

TP. Cresceu, especialmente nos últimos dois anos, o debate entre calvinistas e arminianos. O debate chegou até mesmo nas Assembleias de Deus, que já conta em seus quadros com inúmeros calvinistas. Como o senhor se posiciona nesse debate soteriológico?

JG. Eu acho que aqui não é o espaço adequado para controvérsias teológicas, mas vou procurar responder a sua pergunta. Primeiramente é importante observar que o debate entre essas duas escolas de pensamento é um fato. A propósito, todo debate é saudável se ele contribui para o crescimento na fé e não arranhe a comunhão cristã. Devemos, portanto, fugir de uma Jihad Evangélica!

Devemos, portanto, evitar a polarização. Mas não há como negar que o recente despertar do hiper-calvinismo tenha gerado uma hostilidade ao arminianismo. O arminianismo, que no passado foi combatido em credos e confissões de fé, novamente está sendo hostilizado por aqueles que acreditam que o calvinismo seja a única corrente teológica possível. Eu estou convencido que não é e nunca foi. Por exemplo, como observa o teólogo arminiano Roger Olson, alguns calvinistas acreditam que somente eles podem explicar passagens bíblicas como Romanos 9. Para esses calvinistas essa passagem ensina que Deus escolhe arbitrariamente algumas pessoas e da mesma forma pretere outras. O problema com essa interpretação, como observa Roger Olson, é que ela “jamais foi ouvida antes de Agostinho, e isso no século V. Toda a patrística grega interpretava Romano 9 de maneira diferente”. Cinco séculos de tradição cristã, incluindo a patrística, deve ser ignorada? Acredito que não. Olson observa que “uma interpretação alternativa perfeitamente sensata diz que a passagem de Romanos 9 não está se referindo a indivíduos ou à salvação pessoal, mas à grupos e ao serviço. Deus é soberano em escolher Israel e então a Igreja gentia para que cumpram seus respectivos papéis em seu plano de redenção”.

Voltando a última parte de sua pergunta. Para dizer a verdade eu nunca sofri crise alguma com minha identidade evangélica. Portanto, o calvinismo nunca foi problema para mim como cristão arminiano. Quando me converti há mais de trinta anos nas Assembleias de Deus fui estimulado a ler a Bíblia e frequentar a Escola Dominical. Aprendi desde cedo que Deus é Soberano e que o homem é um ser moralmente livre. Nunca consegui enxergar aporia alguma nessa forma de crer. A minha formação teológica em um seminário batista me ensinou que Deus, embora sendo um ser soberano respeita nosso livre-arbítrio. Por outro lado, a minha formação filosófica em uma Universidade Federal me ensinou que sem capacidade de escolha não há responsabilidade moral.   

TP. O senhor acha que nessa nova Declaração de Fé da Assembleia de Deus deveria haver uma posição clara sobre a soteriologia?

Sim e vai ter. 

17 comentários em “Entrevista com o pastor José Gonçalves- situando a hermenêutica pentecostal

  1. Parabéns pela entrevista. No meu parco modo de ver as grandes questões assembleianas não se resolvem com uma Declaração de Fé. É preciso rever toda estrutura de funcionamento eclesiástica, falta, porém, força de vontade e capacidade política para realizar as mudanças. Resultado: estamos divididos e ainda que tal Declaração veja a luz, será solenemente ignorada.

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  2. Se as Assembléias de Deus se posicionarem na soteriologia, creio que se distanciarão de maneira negativa de outras igrejas pentecostais históricas com a Igreja de Deus de Cleveland, Igreja de Deus de Anderson e Igrejas de Cristo. Essas igrejas toda tem sua confusão de fé ampla e nenhuma delas trata da soteriologia justamente para abarcar em seu seio as duas principais correntes doutrinárias soteriológicas. É uma pena isso ser feito sem ser promovido debates. Nunca vi um arminiano vencer argumentativamente um calvinista em um debate.

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  3. Excelente entrevista!Parabéns, meu jovem.
    Concordo com o comentário anterior Unknown: “É preciso rever toda estrutura de funcionamento eclesiástica, falta, porém, força de vontade e capacidade política para realizar as mudanças. Resultado: estamos divididos e ainda que tal Declaração veja a luz, será solenemente ignorada.”
    As Dinastias Eclesiásticas dominam os “Grande Ministérios” e subvertem até mesmo a prática da Bílbia, a “maior regra de fé”. É preciso tratar deste câncer administrativo-gerencial,se não, tudo ficará somente no papel e na vontade de alguns.

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  4. Excelente entrevista!Parabéns, meu jovem.
    Concordo com o comentário anterior Unknown: “É preciso rever toda estrutura de funcionamento eclesiástica, falta, porém, força de vontade e capacidade política para realizar as mudanças. Resultado: estamos divididos e ainda que tal Declaração veja a luz, será solenemente ignorada.”
    As Dinastias Eclesiásticas dominam os “Grande Ministérios” e subvertem até mesmo a prática da Bílbia, a “maior regra de fé”. É preciso tratar deste câncer administrativo-gerencial,se não, tudo ficará somente no papel e na vontade de alguns.

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  5. pastor…..o movimento wesleyano nao foi modismo…..foi um periodo de avivamento e pregaçao da palavra onde muitos foram salvos…..modismo e as denominaçoes hoje terem sua propria editora ed vender folhetos com preços absurdos para evangelizar……modismo sao pastores ganhando mais do que diretor de grandes empresas….modismo sao pastores se aposentando com super salarios…..e muitas vidas precisando ser acolhida…..modismo sao pastores cobrando cds e dvds de suas mengagens….a palavra de Deus sendo vendida…..modismo sao convençoes com super faturamento….com hoteis der luxo….aviao de primeira….etc….modismo e a manipulaçao dos menbros…..modismo e a prosperirade como mensagem principal….modismo sao a exploraçao financeira dos menbros….modismo é dizer para o obreiro paga o dizimo ou vamos te afastar do ministerio….modismo sao super templos ….e mendigos …viuvas….crianças …morador der rua dersamparados.. modismo sao pastiores e menbros ficarem dentro do templo so pregando bençaos…modismo sao denominaçooes brigando uma com a outra como se fossem inimigas…..modismo sao denominaçoes qurendo afundar a outra….modismo é muita teologia e pouco evangelismo. nome Joao Batista Farias email ..farias-jb@!bol.com.br

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  8. Se o irmão João Batista Farias ler o texto com cuidado verificará que o mesmo jamais diz que o movimento wesleyano foi um modismo. Possuo todas as obras de Wesley, incluseive já estive visitando a casa dele na Inglaterra (hoje transformada em museu), e sei da grandeza que foi o metodismo para a igreja. Sei também, como mostrou com farta documentação Donald Dayton em sua obra Theological Roots of Pentecostalism (Raízes Teológicas do Pentecostalismo), que o movimento pentecostal teve suas origens em Wesley. Esse fato é bem demonstrado em meu livro: Rastros de Fogo – o que diferencia o verdadeiro pentecostes do neopentecostalismo.

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  9. Não há lugar para um calvinista nas ADS! Bom seria que com este credo,eles procurassem suas tribos! Uma vez salvo, salvo para sempre,haja o que houver? Isto é diabólico! É por isto que todo calvinista vive abraçando e fazendo tudo que o mundo faz,pq nunca serão condenados! Tem um deles, por nome de Renato Vargem, que adora ouvir o gay Renato Russo,cantar e é torcedor fanático do fluminense. A única diferença dele, para um mundano, é que o mesmo é calvinista e foi predestinado para a salvação! Esquecendo assim de Tiago 4:4. È inimigo de Deus e não sabe, a pior coisa para um cristão é ser guiado pelo espírito do engano!

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  10. Na verdade a discursão não é teológica se calvinista ou arminiano vai muito mais além o que ocorre hoje é lobo no meio das ovelhas, crentes sem compromisso. Lembro quando wesley e whitefield rompem justamente por estas questões e o evangelho deu seguimento pois seus alvos eram vidas pessoas que careciam de salvação não de uma ideologia teológica.

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