Movimento Pentecostal · Pentecostal Reformado · Teologia Pentecostal · Teologia Reformada

Existe “pentecostalismo reformado”?

Por Gutierres Fernandes Siqueira

A Reforma Protestante, logo em seu início, se dividiu em dois grupos: a Reforma Magistral, com o apoio do Estado, e a Reforma Radical, sem o apoio e sob a perseguição do Estado. No primeiro grupo, houve três vertentes principais: a evangélica, a reformada e a anglicana.  O pentecostalismo, como um fenômeno do século XX, não é, obviamente, derivação direta nem da teologia dos evangélicos (luteranos), nem da teologia reformada (calvinistas), nem da teologia anglicana e nem da Reforma Radical, embora algumas ênfases sejam parecidas, especialmente com os espiritualistas. O pentecostalismo moderno é um movimento tardio e nasce no seio do Movimento da Santidade, embora, logo em seu início, tenha ganhado autonomia em relação à teologia wesleyana. Mas, cabe ressaltar, o pentecostalismo não era a proposta de uma nova roupagem teológica, mas sim, da vivência carismática no seio da igreja para o impulso missiológico.

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Como uma teologia globalizante, o pentecostalismo permeou várias tradições cristãs. O Movimento Carismático, ou seja, a pentecostalização das igrejas históricas, já é um fenômeno amplamente conhecido, estudado e observado desde o fim da Segunda Guerra Mundial. Inclusive, a força mais dinâmica da Igreja Católica e da Igreja Anglicana, por exemplo, são carismáticas. Hoje, a “comunidade pentecostal”, ou seja, pentecostais clássicos, carismáticos e neopentecostais representam mais de 700 milhões de cristãos de todo o mundo. Diante de um fenômeno crescente tão espantoso, o pentecostalismo deixou em parte de ser objeto de rejeição para ser uma marca desejada.

“Pentecostal Reformado”

Hoje há um fenômeno novo no mundo teológico. Muitos jovens que, outrora conheceram a fé cristã em alguma igreja pentecostal, agora abraçam a teologia reformada. Obviamente, não há nada ilegítimo nisso. Normalmente, nesse processo, esses jovens compram todos os aspectos da teologia reformada de matriz presbiteriana (soteriologia calvinista, aliancismo, amilenismo, princípio regulador do culto etc.), mas ainda se identificam como pentecostais. Ora, isso é possível? Em princípio, a resposta é afirmativa. O pentecostalismo é, acima de tudo, uma pneumatologia e, sendo assim, é de fácil adaptação com outras matrizes cristãs. O grande teólogo pentecostal William W. Menzies escreveu que não há nada essencialmente novo na teologia pentecostal em relação à teologia clássica, mas, como movimento, deu a devida ênfase a um aspecto que andava esquecido na história da cristandade[1].

Como cristã, a teologia pentecostal tem como motivo temático central a pessoa de Jesus Cristo, portanto, é uma fé cristocêntrica. Ao mesmo tempo, o seu motivo orientador central é a pneumatologia. O teólogo assembleiano Amos Yong lembra: “O batimento cardíaco da espiritualidade pentecostal é a experiência dinâmica no Espírito Santo”[2]. Na teologia pentecostal, é Cristo quem batiza no Espírito Santo. Cristo também cura e virá iminentemente. A dimensão pneumatológica do pentecostalismo põe Cristo no centro numa expectativa escatológica forte – que é mais um elemento energizador da evangelização. A teologia pentecostal clássica ainda afirma que é o Espírito Santo quem batiza o convertido no Corpo de Cristo, selando-o numa nova aliança com Jesus no momento da conversão. A dimensão soteriológica do papel do Espírito, tão enfatizada pelo apóstolo Paulo, não é de maneira alguma despreza pelos pentecostais. São abundantes, por exemplo, obras de teólogos pentecostais sobre o fruto do Espírito. Essencialmente, o pentecostalismo ajudou a despertar a igreja ocidental a olhar para a pneumatologia como essencial, logo porque se trata de uma pessoa da Santíssima Trindade, mas jamais perdeu a dimensão cristológica da fé protestante. 

Agora, sobre a qualidade doutrinária do “pentecostalismo” reformado, observo cada vez que os “pentecostais reformados” são, na verdade, apenas reformados continuístas, ou seja, acreditam que existe a possibilidade de exercer dons espirituais hoje, mas não veem distinção entre o Batismo no Espírito e a conversão. Alguns são até carismáticos, pois defendem alguma “experiência do Espírito”, mas jamais poderiam se intitular como pentecostais, no sentido clássico do termo, pois negam a natureza do Batismo no Espírito Santo como um dom de capacitação evangelística que é dado ao crente; dom esse, vale lembrar, que não se confunde com a conversão.

Em sua maioria, não estou generalizando, eles entendem bastante de teologia reformada, mas pouco de teologia pentecostal. Já leram inúmeros livros de teólogos reformados, mas desconhecem o universo literário do pentecostalismo. É provável que sejam mais familiarizados com os livros do John MacArthur Jr. do que de Stanley M. Horton, por exemplo. Eles se intitulam pentecostais não porque são leitores e produtores de teologia do pentecostalismo, mas simplesmente porque estão ou já foram de alguma igreja pentecostal. Alguns dizem que são pentecostais só porque a liturgia de suas igrejas é mais, digamos, animada, do que em relação a um tradicional culto puritano. O pentecostalismo deles se resume a uma vivência litúrgica, mas teologicamente são totalmente fechados no pacote de Westminster.

Sem a crença do Batismo no Espírito, seja ele evidenciado com o sinal da glossalalia ou não (logo porque não há consenso entre os pentecostais nesse aspecto), não é possível alguém afirmar que alguém é pentecostal. O dom do Batismo, como capacitador evangelístico, é essencial para a crença pentecostal. O pentecostalismo é uma pneumatologia missiológica. É uma teologia que vai além da eclesiologia dos carismas, embora seja esse o segundo ponto mais importante de sua modesta estrutura.  O continuísmo, repito, é parte essencial do pentecostalismo, mas o pentecostalismo não se resume ao continuísmo. O pentecostalismo não está voltado apenas para a capacitação espiritual dos dons que visam a edificação da igreja no contexto litúrgico, mas, acima de tudo, busca o revestimento de poder para sair às ruas e vielas deste mundo numa proclamação evangelística com autoridade, coragem sobrenatural e milagres. 

É observável que o pentecostal reformado, como boa parte dos teólogos da tradição reformada, tende a ler os escritos de Lucas à luz das epístolas de Paulo. É necessário cuidado com a “paulinização” do Novo Testamento. Embora a importância de Paulo seja incalculável, ele não é o único autor-teólogo do Novo Testamento. Uma investigação exegética séria, por exemplo, tentará entender os pontos em comum e as ênfases diferenciadas das teologias neotestamentárias, como a paulina, a lucana, a maetana, a joanina etc. A Bíblia, embora seja uma unidade inspirada pelo Santo Espírito, não suprimiu as perspectivas de cada autor.  Se Deus quisesse uma única perspectiva sobre determinado assunto, certamente a Bíblia seria dada pronta, como o Alcorão no Islã, ou então teria um único autor humano. A Sagrada Escritura é uma unidade orgânica, como afirmavam os pais da Igreja. Um exemplo clássico de como a teologia reformada sobrepõe Paulo a Lucas é a forma como entendem “cheios do Espírito” em Atos 2 como paralelo a ser “cheio do Espírito” em Efésios 5[3]. É condição sine qua non que o teólogo que se diz pentecostal seja alguém ciente da importância da pneumatologia lucana, algo que exegetas do passado como Hermann Gunkel, Eduard Schweizer, Howard M. Ervin e I. Howard Marshall  já tinham percebido. 

Outro ponto importante é que se a teologia reformada for entendida como uma espécie de teologia pronta, o que é uma mistura de ingenuidade com arrogância, qualquer pentecostalização, por mínima que seja, será uma deturpação da própria teologia reformada. Não são poucos reformados puristas que veem com ojeriza qualquer um que se intitule como “reformado pentecostal”. Creio que quem assim pensa está equivocado. O equívoco não é nem tanto pelo sectarismo infantil, mas sim porque esses puristas olham o pentecostalismo como uma cosmovisão concorrente. O pentecostalismo não se pretende como uma teologia que engloba todos os grandes temas da fé protestante, portanto, jamais será um sistema complexo adversário da teologia reformada. O pentecostalismo tem uma ambição bem mais modesta. Da mesma forma, rejeito a ideia que sejam sistemas incompatíveis, defendida por alguns pentecostais, pelos motivos já apontados. Embora acredite que seja possível alguém ser pentecostal e reformado, na prática, conheço pouquíssimos irmãos que são pneumatologicamente pentecostais e reformados no restante (soteriologia, escatologia, etc.). 

Exemplo de diferença no entendimento da mesma expressão

Observe que a Renovação Católica Carismática (RCC) não recebe o nome de Renovação Católica Pentecostal, isso porque conforme o pentecostalismo permeou outras tradições, essas tradições também adaptaram crenças pentecostais primitivas – como a do Batismo no Espírito Santo. Na RCC, o batismo no Espírito Santo, diferente dos pentecostais clássicos, não é entendido – puro e simplesmente – como um revestimento de poder para testemunho evangelístico, mas como uma efusão recebida mediante o sacramento que dá ao cristão a plenitude do Espírito (santificação, dons espirituais e mais intimidade com Cristo). No pentecostalismo clássico, o Batismo no Espírito Santo difere da plenitude do Espírito. O Batismo no Espírito Santo e os dons espirituais fazem parte da plenitude do Espírito, mas a plenitude do Espírito não se resume ao Batismo ou aos demais dons. A plenitude do Espírito engloba, especialmente, o fruto do Espírito, a santificação e a maturidade. O Batismo no Espírito Santo não é santificação, como lembra o teólogo pentecostal Antonio Gilberto[4], e nem maturidade cristã, como escreveu William e Robert Menzies[5]. Outro grande teólogo pentecostal, como Donald Gee, chegou a afirmar sobre o Batismo no Espírito Santo: “É inútil pensar que qualquer ‘bênção’ ou ‘experiência’ possa substituir um ‘andar’ contínuo no Espírito – por mais útil que tal bênção possa muitas vezes ser”[6]. Veja que, embora os católicos carismáticos e os pentecostais clássicos usem a nomenclatura “recebi o Batismo no Espírito Santo”, eles estão afirmando experiências diferentes.

Dessa forma, a exemplo dos católicos, os reformados continuístas deveriam buscar uma nomenclatura mais adequada para o conjunto de crenças que defendem. Assim, evitariam uma confusão com outros grupos dentro da “comunidade pentecostal”. O esclarecimento em conceito não visa, pelo menos no meu caso, o acirramento de disputas, mas a valorização da didática e o aprendizado honesto. Como em qualquer casamento, a união saudável é pautada no entendimento, respeito e acolhimento das diferenças, e não na supressão dos detalhes divergentes.  

Referências Bibliográficas:

[1] MENZIES, William. The Methodology of Pentecostal Theology: An Essay on Hermeneutics. Em: ELBERT, Paul. Essays on Apostolic Themes. 1 ed. Eugene: Wipf & Stock Publishers, 1985. p 1.

[2] YONG, Amos. The Spirit Poured Out on All Flesh. 1 ed. Grand Rapids: Baker Academic, 2005. p 13.

[3] Exemplo dessa misturada pode ser lida no livro: NICODEMUS, Augustus. Cheios do Espírito. 1 ed. São Paulo: Editora Vida, 2007. pp 36-41. Sem nenhuma metodologia clara, Nicodemos diz que Atos  2.37-41 é normativo, mas 2.1-4 não o é. A escolha do que é normativo ou meramente histórico se baseia na mera arbitrariedade do autor.

[4] GILBERTO, Antonio. Verdades Pentecostais. 1 ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2006. p 60.

[5] Leia o capítulo 15 no livro No Poder do Espírito: Fundamentos da Experiência Pentecostal (Editora Vida).

[6] GEE, Donald. Como Receber o Batismo no Espírito Santo. 6 ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2000. p 61. É sempre útil lembrar que o título original da obra é Pentecost.  

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4 comentários em “Existe “pentecostalismo reformado”?

  1. Concordo com vc Gutierres, a paz do Senhor. Eu só discordo quando vc afirma algumas vezes que o batismo no Espírito Santo (pentecostal) não é pra todos, como vi no BTcast do Bibo, pq acho q é para todos, como diz lá em Atos 2 “para vós, vossos filhos e todos aqueles quantos Deus chamar”. Se puder me indique alguns livros em português sobre o Batismo com o Espírito na visão genuinamente pentecostal, além dos já citados, abraço, fica na paz.

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  2. Muito obrigado por postar este texto. Foi-me muito esclarecedor. Gostaria de saber uma coisa, posso usar a imagem disponibilizada no início para a capa de um livro que estou escrevendo? Fico mo aguardo.

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  3. Parabéns, Gutierres! Sou um batista carismático e gostei muito de sua profunda reflexão, especialmente da a) abordagem que aproxima pentecostais e carismáticos, b) de seu excelente resumo da teologia pentecostal (inclusive da notável explicação de que não se rejeita a concepção de um batismo com o Espírito na conversão), c) bem como de sua perfeita percepção de que quem tem mesclado o pentecostalismo com a teologia reformada (especialmente na acepção calvinista), teoricamente compatíveis, tende a, na prática, declinar da riqueza doutrinária e características distintivas da pneumatologia pentecostal, notadamente pela carência de leitura de seus principais teólogos.

    No entanto, seria bom deixar mais claro que o termo “carismático” tem sido empregado com duas acepções: uma restrita e outra ampla. O sentido estrito refere-se ao que crê no batismo no Espírito como experiência distinta da conversão – e, nesse ponto, não diverge dos pentecostais. O sentido lato, como você mesmo observou, alude ao que meramente crê na atualidade dos dons espirituais [pela relação com o grego charismata] sem intitular o “enchimento” posterior do Espírito como Batismo subsequente à regeneração e tem sido chamado de neocarismático. É interessante notar que Robert Menzies, por exemplo, justamente classificou este tipo de continuísta como carismático (porém na acepção ampla do termo!) [em Pentecostes: essa história é a nossa história, CPAD, p. 16] – por outro lado, ele denominou os carismáticos (na acepção estrita) de neopentencostais, seguindo alguns nos EUA, mas com conotação diferente do termo “neopentecostal” no Brasil.

    Assim, feita a devida distinção, o pentecostal, quando adota a teologia reformada, tende a se tornar um carismático, mas na acepção ampla do termo [na verdade, não apenas o pentecostal, mas o carismático em sentido restrito também tem seguido essa tendência]. No entanto, para ilustrar, eu não utilizaria a RCC (pois nela, em que pese a perspectiva sacramental, ainda assim está presente a ideia de subsequência no batismo experiencial), mas sim a concepção que é típica, por exemplo, do movimento independente denominado Terceira Onda, em que se inserem os calvinistas Sam Storms e Wayne Grudem, que são meros continuístas).

    Aproveito a ocasião para registrar minhas observações iniciais sobre as semelhanças e diferenças básicas entre carismáticos (em sentido estrito) e pentecostais:

    1. Com relação às semelhanças, carismáticos e pentecostais são os continuístas (os que creem na atualidade dos dons espirituais) que se caracterizam basicamente pelo entendimento de que o batismo no Espírito Santo é uma experiência distinta da regeneração (normalmente subsequente, mas que pode ser concomitante). Desse modo, as concepções pneumatológicas dos dois grupos (baseadas especialmente no reconhecimento de uma teologia em Lucas-Atos) são bem semelhantes, e muitos carismáticos são até chamados de pentecostais. No livro “Cessaram os Dons Espirituais?: 4 pontos de vista” (editor Wayne Grudem, Ed. Vida), o mesmo debatedor (Douglas Oss) defende, de modo geral, a posição carismática/pentecostal.

    2. Por outro lado, quanto às diferenças, percebe-se o seguinte, principalmente a partir da realidade norte-americana:

    2.1 Continuístas carismáticos. A maioria não limita a evidência do batismo no Espírito ao falar em línguas. Sobre o tema, Henry Lederle descreve cinco posições entre os carismáticos (em Evidência Inicial, editor Gary McGee, Ed. Carisma, p. 183), que vão desde a desvinculação até a imprescindibilidade das línguas para a ocorrência do batismo no Espírito, abrangendo nuances intermediárias que dispensam a glossolalia como condição essencial, mas lhe dão grande valor ou mesmo o caráter de inevitabilidade. Tanto nos EUA, como no Brasil (exemplos aqui: batistas nacionais e presbiterianos renovados), expandiram-se com o movimento de renovação das igrejas históricas a partir do fim da década de 1950. Procuraram permanecer no contexto doutrinário de suas denominações de origem e não se unir a denominações pentecostais (isto é, continuaram como batistas, presbiterianos, episcopais, luteranos, metodistas, congregacionais, menonitas etc.), o que implica uma herança teológica bem mais diversificada que pode gerar nuances diversas na explicação de batismo no Espírito como experiência distintiva (Lederle, ibidem, pp. 183-185, descreve sete perspectivas – afetadas pelo background doutrinário dos diversos grupos carismáticos).

    2.2 Continuístas pentecostais. A maior parte especifica uma evidência inicial para o batismo no Espírito Santo: o falar em outras línguas. Além disso, diferentemente dos carismáticos, surgiram dentro (ou por influência) do movimento de santidade (holiness) a partir da primeira década do século XX e tiveram de criar denominações evangélicas distintas das históricas já estabelecidas. Embora em menor grau, também se constatam nuances diferentes na explicação do batismo no Espírito, conforme as perspectivas dos que se afastaram ou não no movimento de santidade (pentecostais holiness e pentecostais da “obra consumada”, respectivamente).

    3. Portanto, a diferença está em que: a) dentro do movimento carismático, há uma variedade maior de concepções acerca da evidência inicial do batismo no Espírito Santo e de outras nuances secundárias no conceito deste (critério doutrinário); b) os pentecostais estão organizados como denominações distintas oriundas direta ou indiretamente do movimento de santidade, enquanto os carismáticos estão organizados como denominações históricas (critério histórico-institucional).
    Assim sendo, penso que a diferença básica entre carismáticos e pentecostais, a rigor, não está no entendimento sobre se o falar em línguas é ou não a evidência inicial do batismo no Espírito, mas simplesmente na tradição de cada segmento, não havendo, dessa forma, diferenças substanciais em pneumatologia. Embora não se possa afirmar que as concepções sejam idênticas, há muito mais consenso do que se possa imaginar em um primeiro momento.

    Por fim, sobre a questão indico a boa distinção feita por David B. Barret (pp. 520-521) no livro O Século do Espírito Santo: 100 anos do avivamento pentecostal e carismático (editor Vinson Synan, Ed. Vida).

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