Movimento Pentecostal · Reforma Protestante

A Reforma Protestante: Por que ela ainda é importante para os pentecostais

Por Frank D. Macchia

Tradução por Charles Souza

Foi em 31 de Outubro de 1517. Um monge desconhecido e professor universitário se aproximou da porta da Igreja do Castelo, na pequena cidade de Wittenberg, Alemanha. Seu objetivo? Publicar suas teses provocantes para o debate – 95 teses para ser mais exato.

Isso era o que os estudiosos da época faziam. Eles divulgavam suas teses em público para provocar o debate. E a porta de uma igreja não era um local incomum para expô-las. Logo, o simples fato de divulgá-las não teria atraído atenção nenhuma. A maioria das pessoas não daria a mínima importância para o evento. Martinho Lutero não poderia saber que essa, aparentemente, simples ocasião levaria à importantes mudanças no rumo da história da Igreja.

A invenção da máquina de imprensa, 77 anos antes da divulgação das teses de Lutero, possibilitou que suas teses fossem disseminadas e publicadas pelas pessoas. Suas palavras capturaram a atenção de muitos, inclusive das autoridades eclesiásticas, as quais se opuseram publicamente.

Lutero disse mais tarde: “Eu nunca teria imaginado que uma tempestade se formaria de Roma por causa de um simples rascunho”.

E que rascunho! O principal objetivo de Lutero e suas 95 teses era corrigir a venda de indulgências e retificar as pressuposições teológicas que acompanhavam como a Igreja praticava as vendas naquela época. As indulgências eram parte da doutrina de penitência.

A Igreja nos dias de Lutero gradualmente começou a mudar a ênfase de sua mensagem de o que Deus fez para salvar o homem através de Cristo para o que nós deveríamos fazer para se converter e se empenhar a fim de fugir do fogo do julgamento. Com essa mudança, a Igreja exaltou a importância das penitências.

As penitências consistiam em contrição de coração, confissão e um ato penitencial. Dentro dessa terceira categoria – ato penitencial – a igreja permitiu que autoridades concedessem indulgências aos pecadores penitentes, as quais diminuíam a punição temporal que a Igreja colocava sobre os pecados. A intenção não era justificar alguém diante de Deus ou assegurar a salvação eterna. Oficiais da igreja poderiam conceder uma indulgência em resposta a diferentes atos que eles considerassem dignos de reconhecimento.

Quando a igreja começou a vender as indulgências, no entanto, alguns faziam afirmações exageradas sobre seus efeitos na entrega das pessoas e de seus entes queridos no purgatório. Lutero notou que muitas pessoas sem formação adequada acreditavam que as indulgencias asseguravam a salvação. A sua venda diminuía a atenção da necessidade de verdadeiro arrependimento e fé para a salvação.

Isso levou as pessoas acreditarem que a salvação estava à venda e que suas generosas bênçãos eram méritos de santos. Tais ideias poderiam afastar o próprio Evangelho. Insaciáveis pelo ganho de dinheiro, aqueles que vendiam indulgências gastavam mais tempo nisso do que na pregação do Evangelho.

As respostas de Lutero foram diretas ao ponto. Tese após tese, Lutero chamou atenção da Igreja da tradição para a autoridade da palavra de Deus, da compra de indulgencias para o arrependimento verdadeiro, e dos méritos humanos para a abundante adequação à graça de Deus para a salvação. A tese mais impressionante a respeito disso foi a de número 62: “O verdadeiro tesouro da igreja é o santíssimo Evangelho da glória e da graça de Deus. ”

Embora as teses de Lutero fossem provocativas e corajosas para o seu tempo, suas ideias estavam lá somente na forma embrionária. Em 1520, ele escreveu alguns textos que conseguiram expressar seus principais pensamentos. Os problemas que ele confrontou nesses escritos foram além das indulgências. Seu propósito era tornar claro os fundamentos da fé da Igreja. Quais eram as suas principais ideias?

SOLUS CHRISTUS

Em primeiro lugar, Lutero anunciou a ideia bíblica de que somente Cristo (Solus Christus) conquistou a salvação por nós. Em seu livro sobre Gálatas, Lutero observou, “Não há nada debaixo do céu que conte para nossa justiça a não ser Cristo.”

A nossa própria justiça falha em alcançar a glória divina, porque nós somos pecadores (Romanos 3.23). Em seus tratados, Lutero escreveu a respeito do nosso reconhecimento como pecadores: “Quando você aprender isso, você irá reconhecer que precisa de Cristo, que sofreu e ressuscitou, e se você crer nele, você pode, pela fé, se tornar um novo homem conforme seus pecados são perdoados e você é justificado pelos méritos de outra pessoa, a saber, somente de Cristo.

Em Cristo, o Filho de Deus se tornou humano para que, através de sua vida, morte e ressurreição, o mundo pudesse ser reconciliado com Deus. Lutero, portanto, tinha a firme convicção de que apenas Cristo é mediador da salvação do homem (1 Timóteo 2.5).

Ao dizer “somente Cristo” Lutero indicou a única fonte de salvação que existe: Deus a si mesmo se deu por nós, em Cristo. Uma vez que a salvação vem da entrega voluntária de Deus, somente o divino Filho de Deus, através do Espírito Santo, pode mediar a salvação. Ao dizer isso, Lutero bateu de frente com a ideia de que ambos, Cristo e a Igreja, eram mediadores da salvação. Não, somente Cristo é o mediador da graça, o fundamento da vida cristã (1 Co 3.11).

A Igreja de fato possui um papel instrumental de facilitar o nosso encontro com Cristo, pelo poder do Espírito Santo. Mas Lutero rapidamente destacou que a proclamação da palavra de Deus pela igreja e a observância do Batismo e da Ceia do Senhor são essencialmente atos de Cristo em sua própria entrega voluntária por nós, como único mediador entre Deus e a humanidade. Em última análise, tais coisas não estão em nossas mãos, mas nas de Cristo.

Lutero disse em seus tratados, por exemplo, que os sacerdotes não são os “senhores” do batismo ou da ceia do Senhor, mas meros servos, colocados para administrar essas ordenanças segundo a vontade de Cristo e em serviço a Ele. Como Lutero escreveu: “A Igreja não tem poder para produzir novas promessas de graça… uma vez que a Igreja esteja sob a direção do Espírito Santo. Porque a Igreja nasceu através da palavra da promessa, através da fé, e é nutrida e preservada por essa mesma palavra”. 

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SOLA GRATIA

A partir da importante ideia de somente Cristo, Lutero avançou notando que a salvação é somente pela graça (Sola Gratia). Alguns rejeitaram como heresia a ideia que em tudo o que fazemos, o que conta diante de Deus é a graça somente, para espanto de Lutero. De que outra forma seria? Tudo o que temos vem da bondade e misericórdia de Deus (Tiago 1.17). Sob a ideia de “somente a graça”, a salvação através de “Cristo somente”, existe uma estrutura maior – ou seja, um Deus gracioso que ama o homem e age para salvá-lo por nenhum outro motivo a não ser amor e favor imerecido.

Lutero estava bem familiarizado com a imagem do Deus irado que era destacado na cultura popular de seu tempo. Ele mesmo lutou contra essa imagem parcial de Deus. Quanto mais ele buscava agradar esse Deus através de seus méritos, mais ele se sentia debaixo da ira divina, e mais duvidoso seu relacionamento com Deus parecia.

Em seu livro sobre Gálatas, Lutero escreveu sobre seus anos anteriores como monge: “Quando eu era um monge, eu me esforcei bastante para viver de acordo com os requerimentos da vida monástica. Eu praticava a confissão e recitação de todos os meus pecados, mas sempre com contrição; eu me confessava frequentemente e cumpria todas as penitências fielmente. Apesar de tudo isso, minha consciência jamais conseguiu alcançar certeza, mas sempre estava em dúvidas”. 

No meio de toda essa turbulência, Lutero descobriu que somente a graça de Deus é o fundamento para a salvação. Sua reação foi empolgante. Ele foi capaz de ver todas as coisas boas como um presente de Deus. Ele podia ler a Bíblia a partir de uma nova perspectiva. Ele escreveu: “Agora eu sentia que nasci de novo e tinha entrado no paraíso pela sua própria porta. Lá, uma face totalmente nova das Escrituras se mostrou para mim”.

Lutero nunca duvidou da realidade da ira divina sobre aqueles que se opunham continuamente a graça de Deus. Mas ele encontrou nas boas novas do evangelho um Deus cuja essência é amor (1 João 4.9) e que anseia a salvação, e não a condenação (2 Pedro 3.9). Para Lutero, a cruz se tornou o lugar onde Deus revelou mais profundamente o seu coração. Na face de Jesus Cristo, ele encontrou a imagem de um pai amoroso, que prossegue em nossa direção através de Cristo, oferecendo uma nova vida no Espírito que busca levar a humanidade à reconciliação.

O princípio de “somente a graça” indica que não há possibilidade do homem salvar a si mesmo. Ninguém pode encontrar Deus no meio do caminho ou fazer qualquer coisa digna de salvação. Cada passo de alguém em direção a Deus é possível somente pela graça de Deus manifesta em Cristo e concedida pelo Espírito Santo. Salvação, portanto, não é por graça mais obras, mas somente pela graça. Em Efésios 2.8-9 está bem claro: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém de glorie”. 

Isso não quer dizer que as obras não sejam importantes para uma vida cristã próspera. Na verdade, as obras são vitais para o propósito da graça concedida a nós. Lutero escreveu: “Nós também devemos, livremente, ajudar nosso próximo por meio do nosso corpo e suas obras. E cada um deveria se tornar como Cristo para o outro, a fim de que nós possamos ser cristos uns para os outros e que Cristo seja o mesmo em todos. Isto é, que nós possamos ser verdadeiramente cristãos”.

Deus nos salva a fim de que nossas vidas frutifiquem e se tornem uma fonte de bênçãos aos outros: “Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nela.” (Efésios 2.10). Nós realizamos boas obras somente porque somos feitos por Deus. Embora boas obras são essências para a vida cristã, a salvação é recebida pela graça somente.

SOLA FIDE

Lutero prosseguiu de lá para salientar que a salvação vem somente pela fé (Sola Fide). Ao dizer “somente pela fé”, Lutero entendeu a fórmula “pela graça somente pela fé”. “Graça somente” é o fundamento de “somente a fé”. Essa base da graça é necessária para evitar que a fé humana se transforme em novos meios de se conseguir a salvação por meio do esforço humano.

A palavra de Deus acende e sustenta a fé em nossos corações (Romanos 10.17). Deus aceita nossa fé como meio para receber Cristo somente pela graça. A fé pode vacilar, mas a base mais profunda é somente a graça de Deus. A fé por natureza não confia em nossas realizações quando se trata de salvação, mas somente no que Deus fez para nos salvar.
Assim, como com a graça, nós recebemos a salvação através da fé e não pelas obras. Lutero gostava de salientar o ensino de que a fé ao invés das obras que justifica o homem (coloca-o numa posição de justo diante de Deus). “Mas, ao que não trabalha, porém crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é atribuída como justiça” (Romanos 4.5). Embora as obras sejam vitais para a vida de fé (Tiago 2.26), a fé que nos salva confia somente em Deus para a salvação.

Na verdade, como Tiago afirma: “Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança. Pois, segundo o seu querer, ele nos gerou pela palavra da verdade, para que fôssemos como que primícias das suas criaturas” (Tiago 1.17-18). Tiago é totalmente consciente que a salvação vem somente pela graça de Deus.

Quando Tiago fala de se tornar justo através da fé e das obras (Tiago 2.21-24), ele fala das obras da fé, e não obras para merecer salvação. Ele fala da fé em ação. A justificação da qual ele fala neste contexto não é da aceitação diante de Deus, mas a reivindicação da fé como autêntica, como uma realidade de vida, porque fé sem obras é morta (Tiago 2.26).

SOLA SCRIPTURA

Lutero sofreu resistência das autoridades da igreja por causa de sua mensagem “Cristo somente, somente pela graça e somente pela fé”. Muita coisa estava em jogo para eles. A Igreja usava seu papel imaginário de mediadora da salvação para reforçar seu poder no mundo. É fácil ver como as autoridades eclesiásticas se sentiam ameaçadas com a mudança do poder de salvação das mãos das autoridades da igreja para as mãos de somente Cristo, pela fé somente pela graça.

Para justificar sua resistência às autoridades da Igreja, Lutero acrescentou à sua mensagem que o padrão supremo para verdade nas igrejas não está em bispos ou na tradição, ao invés disso, somente nas Escrituras (Sola Scriptura). Quando solicitado para renunciar seus escritos em seu julgamento, em 1521, adicionando a seguinte frase: “Fui vencido pelos argumentos bíblicos que acabo de citar e minha consciência está presa na Palavra de Deus”.

Isso não quer dizer que líderes eclesiásticos ou a tradição não podem lançar luz sobre as Escrituras para nós. No entanto, as Escrituras, para Lutero, são fundamentalmente autointerpretativas. Alguém interpreta as Escrituras segundo o padrão do Evangelho de Cristo. A tradição tem valor apenas para nos ajudar a entender esse Evangelho, sendo importante avaliar toda tradição por esse padrão. Embora a tradição tenha tido papel vital ao longo da história da Igreja, somente as Escrituras é a principal fonte de autoridade da Igreja, a regra suprema de fé e prática (2 Timóteo 3.15-16).

Enquanto o Espírito pode falar conosco através de mensagens proféticas e através de outros dons espirituais, somente a Escritura é a privilegiada voz do Espírito nas igrejas. Nós devemos testar ou avaliar as tradições ou as profecias para verificar se elas são verdadeiras. Mas a Escritura é sempre verdadeira, o padrão pelo qual provamos todas as outras coisas.

Significado da Reforma nos Dias de Hoje

Isso não uma tentativa de glorificar Lutero, pois ele tinha suas fraquezas, assim como qualquer servo de Deus. E nem pretendemos sobrevalorizar seu papel em nossa reflexão sobre a importância da reforma para os nossos dias. A publicação das 95 teses de Lutero há 500 anos é simplesmente um símbolo para a disposição para reforma que tem caracterizado a Igreja desde o seu começo. E, evidentemente, a reforma foi mais ampla e diversa do que o movimento luterano. Líderes reformados, anabatistas e anglicanos também contribuíram com o movimento da Reforma Protestante.

Ainda assim, a contribuição de Lutero sobre o movimento protestante tem um significado duradouro. Qual é este significado? Por que devemos celebrar a publicação das 95 teses há 500 anos?

Ao discutir o significado da Reforma para as nossas igrejas, é importante reconhecer que o nosso contexto é diferente do de Lutero. Os reformadores buscavam descobrir o objetivo e um firme fundamento no meio de incertezas da piedade cristã. Pentecostais, por sua vez, procuraram promover uma experiência da graça no meio de um período de excessivo entendimento intelectual sobre a fé como uma mera posição confessional. Aimee Semple McPherson , por exemplo, escreveu que não devemos apenas acreditar ou professar o Deus do Pentecoste, mas devemos também possuir sua natureza e presença no profundo de nossas almas.

E não devemos exagerar nas diferenças. A Reforma também via a fé como uma vida em Cristo, e os pentecostais enfatizaram um novo anseio pelo Evangelho de Cristo e sua plenitude. Não é surpresa, portanto, que os pentecostais vejam a Reforma Protestante como um movimento de renovação importante e relacionado com os avivamentos de gerações passadas.

Por exemplo, McPherson escreveu como a restauração em curso da vida espiritual da Igreja envolve a mensagem de Martinho Lutero. Quando ele compreendeu a poderosa vitória da salvação através de Cristo, foi como se “uma grande luz surgisse do céu”. Através de sua mensagem, “vida começou a ser gerada novamente pelo tronco e galhos da árvore”.

McPherson continuou mostrando gratidão a Willian Booth do Exército da Salvação e a John Wesley por sua ênfase na consagração e na santidade. Finalmente, a experiência do batismo com Espirito Santo, expresso por meio de dons como o falar em línguas, fez com que a restauração da igreja florescesse.

Logo, é importante explorar os significados da Reforma para a igreja atual. Alguns pontos são dignos de consideração. Primeiro, nossos esforços para levar uma vida de abundância no Espírito levou, às vezes, à negligência do significado de somente Cristo como padrão de experiência espiritual. Ao invés de interpretar a plenitude do Espírito com o exemplo do Cristo crucificado, como a plenitude do amor doador, nós temos olhado para padrões culturais de prosperidade e abundância material para descrever o progresso da vida no Espírito.

Aqui é onde nossa herança da Reforma pode nos ajudar ao apontar o pleno significado de uma vida fundamentada em Cristo somente. Ao invés de nos conformamos com esse mundo, nós devemos receber transformação pela renovação de nossa mente (Romanos 12.2).

Em segundo lugar, nós sempre lembramos da necessidade de crer e viver vidas mais piedosas. Isso é bom até certo ponto. Mas também precisamos reconhecer que nossa aceitação perante Deus não depende da qualidade do nosso progresso espiritual. Depende unicamente do que Cristo fez por nós.

Além do mais, embora tenhamos a responsabilidade de buscar a Deus ardentemente, o progresso espiritual não depende primeiramente de nosso esforço. Deus é quem nos capacita. De certo modo, a fé tem suas fraquezas e depende da graça de Deus para ser mantida. O pensamento da Reforma “somente pela graça” nos lembra de tais verdades.

Por último, a influência da Reforma Protestante repousa em seu chamado para que todas as igrejas voltem às Escrituras e escute o Evangelho mais uma vez. Os pentecostais sempre procuraram avivamento ao insistir que as igrejas voltem ao texto bíblico e com os ouvidos abertos para ouvir, uma vez mais, a história bíblica. Fazendo isso, revelamos uma dependência da herança protestante.

A Reforma se baseou no princípio que a Igreja está sob constante reforma (semper reformanda). Nosso termo preferido é avivamento. Entretanto, ambos os termos apontam essencialmente para a mesma prática de abrir as Escrituras de novo e pedir que Cristo fale conosco outra vez de modo que nós possamos nos arrepender, crer e obedecer com poder e compromisso renovados.

Há tempos durante o curso da igreja que ouvir a voz de Cristo através do texto sagrado pelo poder do Espirito se torna urgente. Essas necessidades podem surgir por causa de erros doutrinários ou práticas eclesiásticas infiéis. Também pode ser uma consequência de frouxidão moral ou espiritual.

O Movimento Pentecostal procurou ouvir o Evangelho com poder no começo do século XX. A Reforma ainda importa porque o significado duradouro de nosso movimento irá depender do nosso continuado ouvir.

frank macchiaFrank D. Macchia, teólogo assembleiano, é professor de teologia cristã na Vanguard University em Costa Mesa, Califórnia, e Diretor Associado do Centro de Estudos Pentecostais-Carismáticos da Bangor University, País de Gales. Ele possui mestrado pela Union Theological Seminary (na Universidade de Columbia) e o doutorado em teologia pela Universidade de Basileia (Suíça). Macchia atuou como presidente da Sociedade de Estudos Pentecostais e como editor sênior do Pneuma: The Journal for the Society of Pentecostal Studies. Ele também é membro da Comissão de Fé e Ordem do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (EUA). Artigo originalmente publicado em inglês na Influence Magazine, uma revista das Assembleias de Deus dos EUA.

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